[Lançamentos do Mês] Grupo Autêntica

10:30

Olá!

Tudo bem com vocês? 
Hoje tem todos os lançamentos do mês pelo grupo Autêntica e tem lançamentos ótimos, estou louca aqui. E eu tenho que adiantar as minhas leituras. porquê tenho milhares de livros não lidos e essa lista não para de crescer, então quando amenizar essa parte eu fico sossegada.






Três anos se passaram desde a 2ª temporada de Minha vida fora de série. Priscila, agora com 19 anos, percebe que tem que deixar a adolescência para trás e começar a lidar com as responsabilidades da vida adulta: o namoro com Rodrigo, cada vez mais sério; o início da faculdade, que ela ainda tem dúvidas se escolheu a certa; as novidades na família, que mais uma vez transformam seu cotidiano. Mas, como nos seriados que tanto ama, ela também vai passar por muitas reviravoltas e confusões, e descobrir que alguns acontecimentos de episódios passados podem afetar os atuais. Não perca mais esta temporada imperdível da vida fora de série de Priscila.

O que um canalha quer, um canalha consegue
Uma década atrás, o marquês de Bourne perdeu tudo o que possuía em uma mesa de jogo e foi expulso do lugar onde vivia com nada além de seu título. Agora, sócio da mais exclusiva casa de jogos de Londres, o frio e cruel Bourne quer vingança e vai fazer o que for preciso para recuperar sua herança, mesmo que para isso tenha que se casar com a perfeita e respeitável Lady Penélope Marbury.
Após um noivado rompido e vários pretendentes decepcionantes, Penélope ficou com pouco interesse em um casamento tranquilo e confortável, e passou a desejar algo mais em sua vida. Sua sorte é que seu novo marido, o marquês de Bourne, pode proporcionar a ela o acesso a um mundo inexplorado de prazeres.
Apesar de Bourne ser um príncipe do submundo de Londres, sua intenção é manter Penélope intocada por sua sede de vingança – o que parece ser um desafio cada vez maior, pois a esposa começa a mostrar seus próprios desejos e está disposta a apostar qualquer coisa por eles…
…até mesmo seu coração.

“O movimento é impossível.” É o que Astrid Jones, 17 anos, aprendeu na sua aula de filosofia. E, vivendo na pequena cidade em que mora, ela começa a acreditar que isso é mesmo verdade. São sempre as mesmas pessoas, as mesmas fofocas, a mesma visão de mundo limitada, como se estivessem todos presos em uma caverna, nunca enxergando nada além.
Nesse ambiente, ela não tem com quem desabafar suas angústias, e por isso deita-se em seu jardim, olha os aviões no céu, e expõe suas dúvidas mais secretas aos passageiros, já que eles nunca irão julgá-la. Em seu conflito solitário, ela se vê dividida entre dois mundos: um em que é livre para ser quem é de verdade e dar vazão ao que vai em seu íntimo, e outro em que precisa se enquadrar desconfortavelmente em convenções sociais.
Em um retrato original de uma garota que luta para se libertar de definições ultrapassadas, este livro leva os leitores a questionarem tudo e oferece esperança para aqueles que nunca deixarão de buscar o significado do amor verdadeiro,

O mundo está muito acelerado. A todo momento somos bombardeados por informações, compromissos, mensagens, solicitações, notícias, pedidos e tantas outras coisas. Tudo acontece sem parar, estamos constantemente atrasados e com muito para fazer. Ufa! Precisamos de um pouco de… SOSSEGO!
Por isso fizemos este livro: para que você tenha momentos só seus de relaxamento, tranquilidade e prazer, pintando e colorindo lindos desenhos, criados com muito carinho só para você, de qualquer idade. Desestresse-se, fique leve, escolha as cores e deixe seu artista interior falar mais alto. Você vai se surpreender com sua criatividade, com o resultado, e em como sua vida ficará melhor se você reservar esses instantes para você.

E fica aqui nosso convite: fotografe e publique seus lindos trabalhos do Livro do Sossego nas redes sociais com tag #livrodosossego. Porque o que é BELO merece ser compartilhado!


Repleto de ilustrações de produtos e acessórios, como roupas, sapatos e perfumes, além de cenas e desfiles, o livro mostra a história da moda com seus principais movimentos.
Da moda antiga, apresentando grandes costureiros e os principais itens de suas criações, as ilustrações desfilam pelos anos 60 e 70, pela moda fantasia, futurista, esporte, punk, hippie, black power, e pela moda do tapete vermelho…
Enfim, o livro é um convite a um passeio pela moda de todos os tempos.
 Repleto de ilustrações de produtos e acessórios, como roupas, sapatos e perfumes, além de cenas e desfiles, o livro mostra a história da moda com seus principais movimentos.
Da moda antiga, apresentando grandes costureiros e os principais itens de suas criações, as ilustrações desfilam pelos anos 60 e 70, pela moda fantasia, futurista, esporte, punk, hippie, black power, e pela moda do tapete vermelho…
Enfim, o livro é um convite a um passeio pela moda de todos os tempos.

Existem inúmeros estudos que comprovam os benefícios de usar a criatividade: desde reduzir o estresse, minimizar a depressão, até melhorar a confiança e a autoestima. O simples prazer de um livro de colorir contribui para todos esses processos, com a vantagem adicional de produzir algo bonito. A ilustradora mineira Mirella Spinelli colocou todo o seu talento nas páginas deste livro. Então relaxe, limpe sua mente, deixe o seu lado criativo fluir e entregue-se à experiência única de colorir. E acima de tudo: divirta-se!


No século XIX, o economista italiano Vilfredo Pareto descobriu que havia um padrão na distribuição da riqueza mundial: 20% das pessoas tinham 80% do dinheiro e vice-versa, o que ficou conhecido como Lei de Pareto. No fim do século XX, o autor Richard Koch viu em suas pesquisas que o princípio 80/20 podia ser encontrado em quase todos os aspectos da vida moderna: em geral, 20% do que se faz produz 80% do resultado total (e 80% do que é feito pode não gerar tanto resultado). Neste clássico livro, lançado agora pela Editora Gutenberg em nova edição ampliada e atualizada, Koch ajuda a identificar quais são os 20% essenciais que vão criar os resultados significantes, para você obter mais de seu negócio e de sua própria vida, utilizando menos tempo, dinheiro, recursos e energia e conseguindo muito mais.




O pesadelo de Mana Neyestani começa em 2006, quando ele desenha uma conversa entre uma criança e uma barata no suplemento infantil de um jornal iraniano. O inseto utiliza uma palavra azeri, e os azeris, povo de origem turca do norte do Irã há muito oprimido pelo regime central, se sentem provocados. Para alguns deles, o desenho de Mana é o estopim que faz inflamar os ânimos e um excelente pretexto para desencadearem um levante. O regime de Teerã precisa de um bode expiatório, e Mana e o editor do jornal são detidos e mandados para a prisão 209, uma seção não oficial da prisão de Evin, sob a administração da VEVAK, o Ministério da Inteligência e da Segurança Nacional. Ao termo de três meses de detenção, Mana obtém alguns dias de liberdade provisória. É então que decide fugir com sua mulher.
Comovente e perturbador, Uma metamorfose iraniana é um mergulho em apneia no sistema totalitário kafkiano instaurado pelo regime iraniano.


Paris e Londres sempre mantiveram uma fascinação mútua, que nunca foi tão intensa quanto nos séculos XVIII e XIX, quando competiam para ser a cidade mais importante do mundo. Muitos livros já foram escritos sobre elas, mas nesta obra Jonathan Conlin explora, pela primeira vez, o complexo relacionamento entre as duas cidades. É uma história de surpresas: Sherlock Holmes era, na verdade, francês, o cancã era inglês e o primeiro restaurante serviu comida inglesa em Paris.
Histórias de duas cidades examina e compara seis espaços urbanos – o lar, a rua, o restaurante, o music hall, o submundo noturno e o cemitério. Tomando emprestado, imitando e aprendendo uns com os outros, os cidadãos de Paris e Londres criaram esses pontos de referência da paisagem urbana moderna e, assim, definiram a vida urbana – para todos nós.

“A modernidade é em Baudelaire uma conquista”, eis aqui a definição de Benjamin. Já no primeiro poema de As flores do mal, Baudelaire convoca o leitor à ruptura da apatia. Benjamin aponta o método da aventura, a captura do presente, a intenção do poeta de revidar os atordoantes choques na grande cidade. Para não se tornar receptor inanimado ou ator automatizado, Baudelaire troca o gabinete pelas ruas, a duras penas, físicas e espirituais, e transita entre duas instâncias, flânerie e esgrima. Ao levar a vivência aos âmbitos do coletivo e do voluntário, imiscui-se no hiato da distribuição entre consciente e inconsciente. Conjura os perigos da absorção pela profundeza obscura ou da reflexão pela superfície ofuscante. Antes de o estímulo se queimar como resposta imediata, a vivência, ou se perder como memória de difícil acesso, insere poemas, contragolpes, no espaço intervalar. O modus fica em verso: “tropeçando em palavras como na calçada”. É total exposição ao presente, com mente e corpo alertas, e plena compreensão de não se tratar de processo natural: “É essa a natureza da vivência a que Baudelaire atribuiu a importância de uma experiência. Fixou o preço pelo qual se pode adquirir a sensação da modernidade: a destruição da aura na vivência do choque”.


Pensar a imagem é ao mesmo tempo um título e uma necessidade. Organizado pelo filósofo Emmanuel Alloa, tem a qualidade de reunir autores em torno de um tema considerado secundário na história da filosofia, resumido na pergunta “Por que o projeto de uma episteme icônica só apareceu dois mil anos depois da fundação de uma filosofia da linguagem?”. Será que a filosofia da imagem ocupa hoje o lugar que a filosofia da linguagem ocupou na primeira metade do século XX? A partir dessas questões, pode-se afirmar que pensar a imagem passa a ser também um imperativo. O livro traz ao leitor brasileiro um debate fundamental – pelo menos desde 1995, quando Hans Belting, Horst Bredekamp, e Gottfried Boehm constataram que estava em curso uma “virada icônica”, tão marcante quanto a “virada linguística” dos anos precedentes. Os três autores participam de Pensar a imagem como representantes do coletivo alemão Was ist ein Bild? (O que é uma imagem?) e respondem, em seus ensaios, à necessidade de pensar a imagem para além das restrições logocêntricas a que vinha sendo submetida. O livro tem ainda o privilégio de reunir pensadores como Jacques Rancière e W. J. T. Mitchell em torno do debate sobre as possibilidades de interpretação dessa virada icônica, e de apresentar aos leitores brasileiros artigos de Jean-Luc Nancy, Marie-José Mondzain e Emanuele Coccia, cujos textos contribuem para ampliar a abordagem do tema.  Pensar a imagem se encerra com o grandioso ensaio de Georges Didi-Huberman sobre a obra do cineasta Harum Farocki, com quem o filósofo dialoga sobre o paradoxo de retirar a imagem do lugar-comum para restituí-la ao lugar do comum.

Ainda tem mais lançamentos mas estes livros que não citei são somente para pedidos, então não os coloquei aqui na lista, espero que tenham gostado dos lançamentos.

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